CLASSICISMO NOS HOSPITAIS DA MISERICÓRDIA E DA BENEFICÊNCIA NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX: TRÂNSITO ENTRE BRASIL E PORTUGAL

  • Cybelle Salvador Miranda Professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo, Coordenadora do Laboratório de Memória e Patrimônio Cultural, Universidade Federal do Pará, Brasil
  • Fernando Grilo Docente do Instituto de História da Arte, Mestrado em Arte, Património e Teoria do Restauro e do Doutoramento em História da Arte da Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa
  • Joana Balsa de Pinho Investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa
Palavras-chave: Arquitetura clássica, Hospitais, Misericórdias, Beneficências, Relações luso-brasileiras

Resumo

O estudo das instituições de saúde na cidade de Belém no século XIX, decorrentes da pesquisa “Memória e cidade: itinerários da saúde na Belém colonial e imperial” trouxeram à tona o intercâmbio estético da Arquitetura entre Brasil e Portugal. No período imperial, em especial na segunda metade do século XIX, há intenso fluxo de pessoas e ideias entre a ex-colônia e a metrópole. Deste modo, as influências recíprocas se fazem presentes, tendo como evidência o campo da arquitetura dos edifícios de saúde. A presente investigação busca contribuir para aprofundar o estudo das relações luso-brasileiras no âmbito da arquitetura, enveredando por recorte específico da arquitetura civil, que envolve as construções erigidas pelas Beneficências e Misericórdias no Brasil e em Portugal. O recorte eleito sugere desvendar as influências estéticas na Arquitetura que inaugura a Belle Époque paraense, de cunho classicista, bem como seus autores, assunto ainda não explorado pela historiografia local.
Publicado
2015-12-12
Como Citar
Miranda, Cybelle, Fernando Grilo, e Joana Pinho. 2015. CLASSICISMO NOS HOSPITAIS DA MISERICÓRDIA E DA BENEFICÊNCIA NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX: TRÂNSITO ENTRE BRASIL E PORTUGAL. ARTis ON, n. 1 (Dezembro), 231-37. http://artison.letras.ulisboa.pt/index.php/ao/article/view/30.
Secção
VARIA