A FORTUNA DAS OBRAS DE TALHA DE LISBOA NO CONTEXTO DA EXTINÇÃO DAS ORDENS RELIGIOSAS: PERCURSOS DE UMA HERANÇA PATRIMONIAL

  • Sílvia Ferreira Instituto de História da Arte /FCSH/UNL
Palavras-chave: Desamortização, Conventos, Talha, Património, Museus

Resumo

A extinção das Ordens Religiosas, por decreto do governo liberal, datado de 1834, teve um impacto devastador
nas obras de artes decorativas presentes nos então extintos espaços monacais e conventuais da cidade de
Lisboa. No presente texto pretendemos questionar os vários destinos que a arte da talha conheceu na esteira da
exclaustração de 1834. Partindo do princípio que a recolocação, a venda em hasta pública, o abandono ou
a simples destruição foram as soluções mais imediatas encontradas para lidar com este património, uma visão
mais acurada dos mecanismos e das personagens envolvidas neste processo, nomeadamente os responsáveis
pelas aquisições para os museus portugueses, com destaque para o Museu Nacional de Arte Antiga, poderá
permite-nos novas e mais completas leituras deste complexo processo.

Publicado
2016-10-02
Como Citar
Ferreira, Sílvia. 2016. A FORTUNA DAS OBRAS DE TALHA DE LISBOA NO CONTEXTO DA EXTINÇÃO DAS ORDENS RELIGIOSAS: PERCURSOS DE UMA HERANÇA PATRIMONIAL. ARTis ON, n. 3 (Outubro), 104-11. http://artison.letras.ulisboa.pt/index.php/ao/article/view/65.
Secção
CAP. I - A EXTINÇÃO DAS ORDENS RELIGIOSAS E A DESAMORTIZAÇÃO DOS SEUS BENS