O RESTAURO DAS PINTURAS CONVENTUAIS À GUARDA DA BIBLIOTECA NACIONAL (1835-1913) CONTRIBUTOS PARA A HISTÓRIA DA CONSERVAÇÃO E RESTAURO

  • Clara Moura Soares ARTIS – Instituto de História da Arte, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa
  • Rute Massano Rodrigues ARTIS – Instituto de História da Arte, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa
Palavras-chave: D. Pedro IV, Desamortização, Convento de S. Francisco da Cidade, Depósito de Pinturas, Conservação e Restauro de Pintura

Resumo

A Real Biblioteca Pública da Corte, depois Biblioteca Nacional de Lisboa, desempenhou importantes funções
na inédita estrutura de gestão do património, montada pelo Estado Liberal, destinada a «arrecadar, classificar,
inventariar e conservar» milhares de peças, sobretudo de pintura, provenientes dos conventos extintos em 1834.
As preocupações com a conservação e restauro das obras que foram ficando à sua guarda, manifestaram-se
em diversos momentos, reflexo das sensibilidades dos sucessivos diretores da instituição. As intervenções de
restauro, realizadas por diversos protagonistas, entre 1835 e 1913, espelham a evolução de princípios na
matéria, mas sobretudo o valor histórico de que foi beneficiando aquele acervo pictórico, em detrimento da sua
valorização artística.

Publicado
2016-10-02
Como Citar
Soares, Clara, e Rute Rodrigues. 2016. O RESTAURO DAS PINTURAS CONVENTUAIS À GUARDA DA BIBLIOTECA NACIONAL (1835-1913) CONTRIBUTOS PARA A HISTÓRIA DA CONSERVAÇÃO E RESTAURO. ARTis ON, n. 3 (Outubro), 224-35. http://artison.letras.ulisboa.pt/index.php/ao/article/view/78.
Secção
CAP. III - HISTÓRIA DA CONSERVAÇÃO E RESTAURO DO PATRIMÓNIO